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Atividade termina 2018 em baixa, mas setor está otimista

Por outro lado, ela pondera que é necessário observar como os próximos índices vão se comportar frente as medidas econômicas do novo governo. “Essas expectativas positivas têm que ser fundamentadas em mudanças efetivas que propiciem a retomada de investimentos”,
completa Daniela Muniz.

O Iceicon-MG permaneceu pelo terceiro mês seguido acima dos 50 pontos, o que mostra conança. O que sustentou o índice foi principalmente a avaliação para os próximos seis
meses, que chegou a 63,7, avanço de 7,7 frente a janeiro de 2018, quando foi de 56. Quanto às condições atuais, o índice cou em 49,9 pontos, com alta de 3,6 pontos no comparativo com janeiro de 2018 (46,3).

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Vendas de cimento têm alta de 4,2%

Retração – Também divulgada ontem, a Sondagem da Indústria da Construção mostrou uma atividade ainda desaquecida, mas expectativa em alta para os próximos seis meses. O nível de atividade fechou o ano em baixa, com índice de 41,9 pontos em dezembro, sendo que em igual mês de 2017 era de 44,7, ou seja, houve recuo de 2,8 pontos. A atividade em relação ao usual foi de 29,1, frente a 30,3 a dezembro de 2017. Quanto ao número de empregados, o índice foi de 40,1, com queda também, já que em dezembro foi de 43,3. Os índices variam de 0 a 100 pontos. Valores acima de 50 pontos indicam crescimento da atividade.

Já todos os índices de expectativa tiveram aumento e, dos cinco componentes avaliados, apenas um cou abaixo da linha dos 50 pontos. A expectativa quanto ao nível de atividade chegou a 56,8 em janeiro de 2019, com alta de 4 pontos frente a janeiro de 2018 (52,8); a compra de insumos e matéria-prima cou em 56,4, alta de 3,8 frente a janeiro de 2018 (52,8).

O número de empregados chegou a 56,3, com alta de 4,9 em relação a janeiro do ano passado (51,4). Já a expectativa quanto a novos empreendimentos chegou a 56,6 no primeiro mês deste ano, enquanto em igual período do ano anterior era 55,8. A intenção de investimento está abaixo dos 50 pontos, mas subiu de 33,2 em janeiro de 2018 para 36,6 em janeiro deste ano.

Indicadores nanceiros – Divulgados trimestralmente, os indicadores nanceiros mostraram descontentamento por parte do empresariado. No quarto trimestre do ano passado, o índice de satisfação com a margem de lucro operacional atingiu 30,7 pontos, com avanço de apenas 0,6 ponto na comparação com o quarto trimestre de 2017.
Já o indicador de satisfação com a situação nanceira cou em 39,1 pontos no quarto trimestre de 2018, com alta de 4,9 frente ao último trimestre de 2017 (34,2 pontos). A
avaliação de acesso ao crédito registrou 29,7 pontos no último trimestre de 2018, com alta de 1 ponto frente a igual período de 2017 (28,7).

Os principais problemas citados pelos empresários do setor foram demanda insuciente (46,7%) elevada carga tributária (31,1%) e inadimplência dos clientes (26,7).Por outro lado, ela pondera que é necessário observar como os próximos índices vão se comportar frente as medidas econômicas do novo governo. “Essas expectativas positivas têm
que ser fundamentadas em mudanças efetivas que propiciem a retomada de investimentos”, completa Daniela Muniz.

O Iceicon-MG permaneceu pelo terceiro mês seguido acima dos 50 pontos, o que mostra conança. O que sustentou o índice foi principalmente a avaliação para os próximos seis
meses, que chegou a 63,7, avanço de 7,7 frente a janeiro de 2018, quando foi de 56. Quanto às condições atuais, o índice cou em 49,9 pontos, com alta de 3,6 pontos no comparativo com janeiro de 2018 (46,3).

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Vendas de cimento têm alta de 4,2% Retração – Também divulgada ontem, a Sondagem da Indústria da Construção mostrou uma atividade ainda desaquecida, mas expectativa em alta para os próximos seis meses. O nível de atividade fechou o ano em baixa, com índice de 41,9 pontos em dezembro, sendo que em igual mês de 2017 era de 44,7, ou seja, houve recuo de 2,8 pontos. A atividade em relação ao usual foi de 29,1, frente a 30,3 a dezembro de 2017. Quanto ao número de empregados, o índice foi de 40,1, com queda também, já que em dezembro foi de 43,3. Os índices variam de 0 a 100 pontos. Valores acima de 50 pontos indicam crescimento da atividade.

Já todos os índices de expectativa tiveram aumento e, dos cinco componentes avaliados, apenas um cou abaixo da linha dos 50 pontos. A expectativa quanto ao nível de atividade chegou a 56,8 em janeiro de 2019, com alta de 4 pontos frente a janeiro de 2018 (52,8); a compra de insumos e matéria-prima cou em 56,4, alta de 3,8 frente a janeiro de 2018 (52,8).
 
O número de empregados chegou a 56,3, com alta de 4,9 em relação a janeiro do ano passado (51,4). Já a expectativa quanto a novos empreendimentos chegou a 56,6 no primeiro mês deste ano, enquanto em igual período do ano anterior era 55,8. A intenção de investimento está abaixo dos 50 pontos, mas subiu de 33,2 em janeiro de 2018 para 36,6 em janeiro deste ano.

Indicadores nanceiros – Divulgados trimestralmente, os indicadores nanceiros mostraram descontentamento por parte do empresariado. No quarto trimestre do ano passado, o índice de satisfação com a margem de lucro operacional atingiu 30,7 pontos, com avanço de apenas 0,6 ponto na comparação com o quarto trimestre de 2017.

Já o indicador de satisfação com a situação nanceira cou em 39,1 pontos no quarto trimestre de 2018, com alta de 4,9 frente ao último trimestre de 2017 (34,2 pontos). A
avaliação de acesso ao crédito registrou 29,7 pontos no último trimestre de 2018, com alta de 1 ponto frente a igual período de 2017 (28,7).
Os principais problemas citados pelos empresários do setor foram demanda insuciente (46,7%) elevada carga tributária (31,1%) e inadimplência dos clientes (26,7).inou com a atividade em baixa para a indústria da construção em Minas, mas, por outro lado, o otimismo e as expectativas do setor neste início de 2019 estão em alta.
De acordo com o Índice de Conança do Empresário da Construção Civil de Minas Gerais (Iceicon MG), divulgado ontem, o indicador atingiu 59,1 pontos em janeiro deste ano, com alta de 6,3 pontos na comparação com o mesmo mês de 2018, sendo o melhor resultado para este período em sete anos.